Autoamor: será que eu tenho isso?

Autoamor, autoestima, amor próprio….

Nomes diferentes para algo difícil de definir.

Muitas são as dúvidas e questionamentos quando falamos neste tal de autoamor. A começar pela definição do que seja amor próprio. Como é difícil explicar o que é, fica impossível localizar isso – que não sabemos definir – dentro da gente.

Vou começar clareando pra você o que é o amor próprio. Para a PNL – Programação Neurolinguística – amor é uma emoção. E toda emoção é um processo! Não é algo concluído e estático. Então não adianta sair procurando aí dentro de você por algo concreto, por sinais e evidências de que o seu autoamor existe. É preciso compreender o processo dessa emoção.

Funciona assim: nós seres humanos temos, ao menos, duas referências afetivas importantes. Eu me referencio em mim mesma e a isso damos o nome de autoamor, autoestima, amor próprio. E me referencio no outro. A isso damos o nome de amor, amizade… O amor, portanto, é uma emoção só, com referências distintas (em mim e no outro). O ideal é que essas referências estejam em um equilíbrio. Quando desequilibradas, quando o meu referencial de amor pelo outro estiver mais significativo, mais eu estarei afastada do meu referencial de amor por mim mesma. É como se fosse uma balança de dois pratos, onde um dos pratos está mais “pesado”.

O fato é que não há como vivermos sem amor próprio. Sem uma referência interna de amor não sobreviveríamos. Sequer teríamos condições de comunicar. Você, que está aí lendo essas minhas palavras, se você não tivesse uma referência em si mesmo, você não seria capaz de compreender, de concordar ou de discordar, do que eu estou dizendo.

Você que está achando que não tem autoamor, você tem sim! Ele está aí dentro de você e, acredite, é a fidelidade desse seu sentimento por você mesmo que te faz estar vivo.

Mas Bruna…. ok, posso até ter autoamor, mas não estou sentindo isso. Por que? Será que eu sou diferente?

A resposta, querido(a) leitor(a), é NÃO. Você não é diferente. Talvez você não esteja num bom contato com essa emoção, talvez o seu prato do autoamor da sua balança não esteja sendo preenchido como deveria. Isso de fato pode estar acontecendo. Não se trata de ter ou não ter autoamor. Todos temos. Trata-se de assumir responsabilidade por esse contato e mantê-lo ativo e saudável.  É imprescindível fazer o prato do seu autoamor, na balança, ter o mesmo peso do prato do amor do outro…

Se você achou esse assunto interessante e quer saber mais sobre como retomar o contato com seu autoamor, entre em contato comigo! Através do atendimento individual (presencial ou por Skype) ou do meu Workshop APAIXONE-SE POR VOCÊ, você pode aprender como fazer isso.

 

Bruna Salis

Como terapeuta, Coach e Trainer em PNL - Programação Neurolinguística, eu acredito ser possível auxiliar as pessoas a encontrarem em si mesmas os recursos internos para uma vida mais leve e feliz.

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